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Monday, March 12, 2018

SHAPES REENCARNADOS por artista Ithaka Darin Pappas

Depois de passar pela Europa, Japão, México e Estados Unidos, o projeto “Pranchas Reencarnadas“, do artista plástico californiano Ithaka (leia-se Ítaca), desembarca a partir de hoje, dia 14 de outubro (quinta-feira), na galeria paulista Alma do Mar, localizada na Vila Madalena (SP). O coquetel de lançamento começa a partir das 19 horas e a mostra estende-se até o dia 6 de novembro. Entre as peças expostas, destacam-se Almas Gêmeas de Atlântida, Lure 4, Octo-Heart Alien, Jussara, Ondas Platinadas, Amanari, entre outras, além de quadros que reproduzem algumas delas. A curadoria ficou a cargo de Fernando Bari, do portal especializado em artes relacionadas ao surf: cabeçafeita.com (WWW.cabecafeita.com <http://WWW.cabecafeita.com> ). Há 20 anos que Ithaka transforma pranchas velhas ou quebradas – fadadas ao lixo – em refinadas obras de arte contemporânea. Excelente alternativa para um material com restritas opções de reciclagem, que possui resíduos perigosos devido às propriedades de inflamabilidade e toxicidade. “Trabalhar com pranchas me satisfaz plenamente, pois une a minha paixão pessoal pelo surf e pelo mar, com o lado artístico que busca diferenciadas possibilidades de reconstrução. Mas, evidentemente fico feliz com a possibilidade de contribuir com uma questão tão delicada, como a ambiental”, comenta o artista. Aos 16 anos, ele pintava elementos do mar em qualquer coisa que via pela frente. Seis anos depois, após quebrar uma prancha, resolveu pintá-la e alterou completamente sua forma utilizando um serrote. “A partir daí, nunca mais pintei em telas ou peças de madeira. As pranchas personalizaram minha arte”, diz. Reconhecido internacionalmente, ele transformou mais de 200 pranchas e participou de exposições em diversas partes do mundo. Em junho passado realizou uma grande mostra no espaço conhecido como The Camp, em Costa Mesa, onde reuniu peças surpreendentes e a nata do surf californiano. No Brasil, lançou a série Jurema, produzida sob influência da flora brasileira, na qual mistura aos blocos, galhos quebrados e sementes. “Deixei a forma da prancha natural e usei detalhes orgânicos. É uma série baseada na natureza”, especifica. Ithaka nasceu no Sul da Califórnia, possui descendência grega e viveu em várias partes do mundo à procura de ondas e riqueza cultural. Depois de conhecer o Brasil em 2001, morou durante quatro anos e meio no Leblon (RJ) e recentemente mudou-se para o litoral paulista. O artista começou a surfar aos 12 anos no Havaí, quando passava férias com um amigo em Maui. “Pescava em um barco no canal de Honolua Bay, quando vi caras pegando tubos. Eram as imagens das revistas. Na hora pensei, tenho que fazer isso!”, recorda. http://www.youtube.com/watch?v=bKzo1AhV3oI A galeria Alma do Mar está localizada à Rua Harmonia, 150, Vila Madalena (SP).




Wednesday, February 18, 2015

ITHAKA EXHIBIT - OPENING FEB 21st 2015 (7-10pm) at F+ Gallery - Santa Ana, California


ITHAKA EXHIBIT - OPENING FEB 21st  2015 (7-10pm) at F+ Gallery - 661 N. Poinsettia Avenue in Santa Ana, Ca 92701. Also featuring insect works by guest artists David Clyde Kersh, Erica Ellingson, Ian Morris, Nathan Paul Gibbs, Steven Kutcher, Will Thompson -and a special appearance by world-famous live insect handler Diana Terranova. All show info at below link, see you there: https://www.facebook.com/events/338590866327366/


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Aliens of AkahtiLândia (artist's statement)

I'd been living in Rio de Janeiro, Brazil for five years and was feeling it was time to move on, when after researching a tip from an anonymous stranger in October 2010, I investigated (and soon afterward purchased) a small brick house on an acre of jungle property just outside of the Serra do Mar Atlantic Forest Reserve on the southern coast of the State of São Paulo – about 300 miles south of Rio. Needless to say, it was a move that somewhat metamorphosized my mostly urban-suburban upbringing and adulthood.
The immediate neighborhood of about 2000 acres,  an area called AkahtiLândia (pronounced: aah-kah-tee-land-eeah), is extremely rural. There is a native Guarani village just down the road, where many of the local residents literally live in mud and stick huts. There are several rivers and small mountains, exotic birds and wild animals.
For the past four and a half years, I've been occupied with a mutated version of the life I've known since my early twenties: making art and music…and surfing, but this time in a neo-tropical forest environment.
The things that have really impressed me most about the jungle are the tiny animals; spiders, moths, beetles, worms, etc. Visually, there's no end to the variety. The colors and geometric forms are absolutely mind-blowing. To me, insects are living, cutting-edge, contemporary art forms.
I spend several hours a week just observing and photographing them. And attempting to ID them. But sometimes that's impossible, as many of them have yet to be officially recognized by the scientific community. It's also probable that in creatures having such short reproductive cycles (some procreating more than thirty generations of offspring in a single year) that subtle adaptations are constantly resulting in new variations of existing species.
I've noted some insects with extremely sophisticated behavioral traits. A few, believe it or not, seem to demonstrate what appear to be real emotions.
This relatively recent obsession of mine has fueled an entire body of work entitled, Aliens of AkahtiLândia - integrating all three of my visual mediums; sculpture, photographs and mixed-media paintings. The sculpture pieces, although based on actual creatures I've seen or photographed, are modified and manipulated versions of the real thing, while the flat mixed-media pieces are normally truer to the actual entities that inspired them.
I call them Aliens not only because of their seemingly unearthly eccentric multi-colored appearances and high IQs, but also because of their extremely complex, functional and almost indestructible body designs. Most people who believe in extraterrestrial life think that beings from other solar systems will appear somewhat humanoid and be more or less our size. I disagree. I find it more likely that they would be something much smaller and more insect-like.
Imagine if some of these creatures already present on this planet originated from other parts of the universe. How would we even know it?
One earth insect, the Tardigrade - aka the Water Bear, has already been proven to be capable of surviving the vacuum of space.
And if one or more of these minute species already here was actually more intelligent than man, how could we even measure or determine that? (maybe they simply choose not to communicate with us).
More importantly, would we admit something so much smaller in stature to humankind is in fact superior to us in many ways?

Ithaka 2015


Wednesday, July 2, 2014

Exposição Ithaka

http://www.surfartculture.com/exposicao-ithaka/



Galeria Alma Do Mar

A galeria de arte e design Alma do Mar localizada na Vila Madalena, bairro paulista que respira e vive arte, em parceria com o portal cabecaFeita, reúne um impecável acervo cultural e histórico relacionado à atmosfera surf. Dando sequencia a série de exposições com curadoria de Fernando Bari, relacionadas à vida marinha e prestigiando grandes nomes da Surf Art no Brasil e exterior, recebe no mês de setembro as esculturas e material fotográfico do artista californiano Ithaka.

Pranchas reinventadas

POR Nancy Geringer
Projeto do artista plástico californiano Ithaka desembarca no Brasil, com pranchas de até 2 metros transformadas em arte contemporânea. Depois de passar pela Europa, Japão, México e Estados, o projeto ‘Pranchas Reencarnadas’, do artista plástico californiano Ithaka (leia-se Ítaca), desembarca a partir do dia 14 de outubro (quinta-feira) na galeria paulista Alma do Mar, localizada na Vila Madalena (SP). O coquetel de lançamento começa a partir das 19 horas e a mostra estende-se até o dia seis de novembro. Entre as peças expostas, destacam-se Almas Gêmeas de Atlântida, Lure 4, Octo-Heart Alien, Jussara, Ondas Platinadas, Amanari, entre outras, além de quadros que reproduzem algumas delas. A curadoria ficou a cargo de Fernando Bari, do portal especializado em artes relacionadas ao surf: cabeçafeita.com (WWW.cabecafeita.com ).
“Depois de expor na Califórnia, o lugar onde vivi durante a maior parte da minha vida. É uma satisfação muito grande trazer o projeto novamente ao Brasil, país que hoje em dia considero minha casa”, reconhece o artista radicado no Brasil desde 2005.
Há 20 anos Ithaka transforma pranchas velhas ou quebradas – fadadas ao lixo – em refinadas obras de arte contemporânea. Excelente alternativa para um material com restritas opções de reciclagem, que possui resíduos perigosos devido às propriedades de inflamabilidade e toxicidade. “Trabalhar com pranchas me satisfaz plenamente, pois une a minha paixão pessoal pelo surf e pelo mar, com o lado artístico que busca diferenciadas possibilidades de reconstrução. Mas, evidentemente fico feliz com a possibilidade de contribuir com uma questão tão delicada, como a ambiental”, comenta o artista.
Aos 16 anos, ele pintava elementos do mar em qualquer coisa que via pela frente. Seis anos depois, após quebrar uma prancha, resolveu pintá-la e alterou completamente sua forma utilizando um serrote. “A partir daí, nunca mais pintei em telas ou peças de madeira. As pranchas personalizaram minha arte”, diz.
Reconhecido internacionalmente, transformou mais de 200 pranchas e participou de exposições em diversas partes do mundo. Em junho passado realizou uma grande mostra no espaço conhecido como The Camp, em Costa Mesa, onde reuniu peças surpreendentes e a nata do surf californiano. No Brasil, lançou a série Jurema, produzida sob influência da flora brasileira, na qual mistura aos blocos, galhos quebrados e sementes. “Deixei a forma da prancha natural e usei detalhes orgânicos. É uma série baseada na natureza”, especifica.
Ithaka nasceu no Sul da Califórnia, possui descendência grega e viveu em várias partes do mundo à procura de ondas e riqueza cultural. Depois de conhecer o Brasil em 2001, morou durante quatro anos e meio no Leblon (RJ) e recentemente mudou-se para o litoral paulista. O artista começou a surfar aos 12 anos no Havaí, quando passava férias com um amigo em Maui. “Pescava em um barco no canal de Honolua Bay, quando vi caras pegando tubos. Eram as imagens das revistas. Na hora pensei, tenho que fazer isso!”, recorda.
Já visitou e surfou na Grécia, Marrocos, Quênia, Tanzânia, Cabo Verde, Indonésia, Nova Zelândia, México, Austrália, entre outros. No último ano, passou pela Grécia, Havaí, Fernando de Noronha e recentemente Peru. No litoral grego, descobriu boas ondas no mar Mediterrâneo. “Morei lá anos atrás, mas não havia surfado. Desta vez, com a ajuda da tecnologia, peguei altas ondas, além de desbravar novos picos. A Grécia possui três mil ilhas, tem muitas possibilidades, com um litoral recortado e fundos bons. Foi engraçado encontrar ondas na terra dos meus avós”, diz.
Polivalente – Ithaka passeia com muita desenvoltura e fluidez por mais três vertentes da arte: a música, a fotografia e a escrita. Lançou seis CDs solos de hip hop alternativo, com letras que não se limitam ao “batido” universo ‘gangsta’, além de ter participado de projetos musicais de artistas diferenciados.

Versos baseados em suas experiências, cantados por sua voz imponente, fazem de Ithaka um músico premiado, com sucessos incluídos desde filmes de surfe até produções hollywoodianas. Marcou presença na trilha sonora de “Second Thoughts”, de Timmy Turner, e “Samba Trance & Rock n’ Roll”, do premiado videomaker brasileiro Rafael Mellin. Com a canção “Escape from the City of Angels” embalou um filme considerado sucesso em Hollywood, “Replacement Killers” (Assassinos Substitutos), além do jogo para X-Box 360, “NBA2k7”, que tem as músicas Whatcha Gotta Do, Seabra Is Mad e Dine N Dash.
Leitor assíduo de escritores como Charles Bukowski pegou gosto pela escrita quando estava em Lisboa, Portugal, no chuvoso inverno de 92 sem pranchas (presas por cerca de dois meses na alfândega). Suas histórias de surf com ficção foram publicadas em diversas revistas ao redor do mundo, como a coluna “Fishdaddy Chronicles”, na Water, além de crônicas nas revistas Surfer, International Surf, OnFire, Surf Portugal e Surfer’s Journal. Fez também reportagens sobre os diferentes lugares por onde passou para publicações de renome, como a Transworld Surf. “Também sou um contador de histórias. Minha música mostra isso e os meus artigos também”.
No fim do ano passado, publicou a crônica “Milagre em Malibu” no livro Surf Story e gravou o cd Fishdaddy Flashbacks, com sucessos de sua carreira. Na fotografia, acumula imenso material de surf trips e trabalhou, no fim dos anos 80, fotografando grandes nomes no hip hop mundial, como N.W.A, grupo mítico de Los Angeles que juntou Ice Cube, Dr. Dre, MC Ren e Eazy E.
As habilidades deste artista polivalente são totalmente interligadas pelo mar. “Estou envolvido com todas da mesma forma. Nunca tive uma verdadeira razão para escolher uma ao invés da outra. Estas múltiplas facetas me definem não como artista, mas como ser humano”, explica.
Veja o vídeo no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=bKzo1AhV3oI
Mais informações para imprensa: Nancy Geringer – nancy@hangloose.com.br – Fone: 55 – 11 8556 4168
Artista: Ithaka
Período: 14 de Outubro à 12 de Novembro
Vernissage: 14 de Outubro
Local: Rua Harmonia 150 – Vila Madalena
Contato:
Telefone: 11 3097 0665
www.almadomar.com.br
Curadoria: Fernando Bari – cabecaFeita.com
Contato: bari@cabecafeita.com
www.cabecaFeita.com